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sexta-feira, 9 de junho de 2017


Projeto

Brasil: literatura x realidade


          “As pessoas fazem a História, mas raramente
 se dão conta do que estão fazendo.”
Cristopher Lee, This Sceptred Isle - Empire




       Usando como pretexto a leitura do livro 1808, de Laurentino Gomes, sugerido para o projeto, aproximamos os nossos  alunos da realidade de cada etnia a fim de levá-los a conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-os contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais.

         Juntos redescobrimos, o nosso Brasil, feito a partir de uma longa história e muitas personagens que arrastam consigo diversas fisionomias, cores, tradições, riquezas próprias, as quais dividimos todos os dias, no português brasileiro de nosso povo, nos pratos que saboreamos, nas plantas que ocupam o nosso lindo território, na nossa arquitetura ... Se olharmos com atenção, será possível enxergar as pegadas das tantas gentes que andaram por aqui.

          Um Brasil lindo de se ver, um país feito por muitas mãos.

A Turminha


     A Turminha aprendeu  que D. João abandonou Portugal,  fugindo de Napoleão Bonaparte,  rumo ao  Brasil depois de raspar os cofres   do governo, deixando o seu povo traído e abandonado.


A Turminha também descobriu que durante a viagem, a esquadra portuguesa levou quase dois meses para atravessar o Oceano Atlântico. E que a viagem foi bem difícil, pois não havia água corrente nem banheiros. No calor sufocante, a água apodrecia, e por falta de alimentos frescos, o escorbuto - doença fatal provocada pela deficiência de vitamina C -, enfraquecia a tripulação. 



A falta de higiene a bordo favoreceu a proliferação de pragas. No navio em que viajava 
a princesa Carlota Joaquina, uma infestação de piolhos obrigou as mulheres
 a rasparem os cabelos e a lançarem suas perucas no mar.


"Em 1808, a  população indígena era estimada em 800 mil pessoas."


"Em 1808, de cada três brasileiros um era escravo."

 D. João, um rei que tinha medo de trovões e caranguejos, desembarca no Rio de Janeiro. O encontro de dois mundos até então estranhos e distantes.


"O Rio de Janeiro era uma cidade movimentada e barulhenta. "

 " Escravos vendem serviços na rua e repassam dinheiro aos seus donos."


Começa grande transformação . Chefe da polícia tenta colocar ordem na casa. A invasão dos viajantes.

    As palavras se misturam : acarajé, jerimum, dendê, caju, babá, saudade, xodó ....




 O chefe de polícia e os crimes contra a ordem pública.




A introdução do ensino leigo e superior, a escola superior de medicina, a Gazeta do Rio de Janeiro , O Rio de Janeiro vira sede oficial da Coroa.

                       
                      É hora de retornar . A corte vai embora ,
 mas deixa para trás um novo Brasil.




Parabéns, Turminha!




sexta-feira, 10 de março de 2017

Projeto Brasil:mistura de culturas e histórias

Entendemos ser a prática de narrar histórias fundamental para a formação dos alunos enquanto leitores. Isso porque a narrativa, nas suas muitas linguagens, auxilia na criação de imagens, que se dão através de suas descrições.  Além disso, ela desenvolve reflexões, instiga a leitura crítica e a reprodução de textos orais com infinitas possibilidades de uso do imaginário. Tornando a criança apta a re (contar) o lido, provocando assim, a imaginação do ouvinte, conduzindo-o a contextos antes inimagináveis.

Neste período, a nossa Turminha trouxe para sala de aula a história de Ali Babá e os Quarenta Cangaceiros - Coleção Mil e uma noites no sertão: contos orientais à moda brasileira,  de Tiago Melo.  

Através da leitura, os alunos resgataram o conto original "Ali Babá e os quarenta ladrões", mas do jeitinho brasileiro, já que a história se passa no sertão , na cidade de Juriti do Limão.
Cada capítulo traz  como título provérbios ou ditados populares, que são frases que apresentam conselhos e/ou ensinamento que surgem da boca do povo, transmitidos oralmente.  como, por exemplo, Cem anos de perdão - que traz o antigo provérbio  “Ladrão que rouba de ladrão tem cem anos de perdão”,  "Quem tudo quer, nada tem “," Debaixo do angu tem molho" e outros.

A turminha também produziu um glossário dos capítulos, para aprender as palavras que não conheciam,  também  trouxeram comidas  típicas citadas nos capítulos do livro. Assim, conheceram o angu, o feijão de corda, a rapadura . É verdade, tinha pequeno que não conhecia essas iguarias da culinária nordestina. 

Foi muito bom!

A Turminha: 


Parabéns, Turminha, bom trabalho!