domingo, 11 de setembro de 2016
PARALIMPÍADAS
Você anda intrigado com o termo "Paralimpíadas"? A mudança foi feita para igualar -se ao uso dos outros países que fazem uso da Língua Portuguesa como Portugual, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, que já usavam o vocábulo. O Comitê Paralímpico pediu que fosse feita a alteração da palavra, atendendo à Nova Regra Ortográfica.
quarta-feira, 9 de março de 2016
Projeto de leitura - O Livro Negro de Thomas Kid 8o. ano B
Uma grande aventura envolvendo viagens marítimas rumo ao desconhecido, cujo protagonista enfrenta monstros marinhos, piratas e tempestades, tendo como pano de fundo um dos períodos mais importantes da História: as Grandes Navegações, ocorridas entre os séculos 15 e 16.
O protagonista do livro é Thomas Kyd, garoto da cidade portuária de Plymouth, Inglaterra. Fascinado por viagens marítimas e pelas histórias a respeito do Novo Mundo, consegue realizar seu sonho de viajar pelos mares após ser demitido da taberna onde trabalhava. Por sorte, é aceito em uma frota de navios comandada por um verdadeiro mito da exploração marítima em seu país: o almirante Thomas Cavendish, terceiro homem a dar a volta ao mundo em uma embarcação.
A inclusão de um personagem real como Cavendish mostra a curiosa mistura entre história e ficção realizada por Sheila Hue na obra. Com uma meticulosa reconstituição de época, as aventuras de Thomas são narradas no formato de diário de viagem – inspiradas nos relatos reais dos marinheiros Anthony Knivet e John Jane. Desta forma, conhecemos detalhes sobre a vida em alto-mar, a descoberta de novos povos e terras e sobre a vida no Brasil durante a época dos Descobrimentos
Com um conteúdo que evoca o clássico de aventura Simbad, o Marujo, e os filmes da série Piratas do Caribe, o acabamento do livro precisava ser especial: os títulos dos 14 capítulos são escritos com letras que simulam a elegância dos antigos escritos saídos dos bicos de pena, dando a sensação a quem lê de possuir um documento histórico, um manuscrito do século 16 em mãos. Tudo isso é envolto por uma capa de tecido vermelho, e com sobrecapa preta. As ilustrações de Alexandre Camanho são outro grande destaque do trabalho gráfico: ricas em detalhes reconstroem muito bem os incríveis cenários visitados por Thomas.
Muito mais do que o descobrimento de lugares totalmente novos, a viagem representa para Thomas uma jornada de amadurecimento. Além de se maravilhar com fenômenos naturais e animais jamais vistos, escapar de perigos entre índios e ingleses, e de chegar são e salvo ao Rio de Janeiro, o menino passa a entender e a respeitar as diferenças culturais, mudando a forma de se relacionar com o mundo.
Disponível em: http://www.ftd.com.br/imprensas/o-livro-negro-de-thomas-kyd
Essa turminha falou sobre "O livro negro de Thomas kid", da autora Sheila Hue e do ilustrador Alexandre Camanho.
Essa turminha pesquisou sobre os piratas mais conhecidos: Henry Morgan, François L'Olonnais, Eward Teach o "Barba Negra" e Charles Vane. O aluno José Abdon comentou sobre a pirataria na atualidade, pois embora em número reduzido, ainda hoje existem piratas saqueadores de embarcações, que atacam navios petroleiros e sequestram passageiros com pedido de resgate.
Da esquerda para direita: José Victor, Pedro Bodoux, Filipe Moreno,Gabrie l Ribeiro, Pedro Henrique, Igor Viana, José Abdon.
Essa turminha falou sobre portos, mapas e embarcações que transportavam mercadorias.
Da esquerda para direita, Gabriela, Nicole,Isabel, Alice, Gabrielly e Rebeca.
Essa turminha falou sobre a vida no mar
A vida no mar era muito árdua, os porões eram escuros, mal-cheirosos, úmidos e sentia-se falta de ar.
Também se pode presumir que a vida no mar era uma grande maçada para os piratas. Um grande contraste entre a vida no mar: navegam que dizer semanas de aborrecimento à procurar uma presa, e depois guerras muito duras quando encontravam vítimas.
Com nada para distrair os piratas sanguinários, conflitos e lutas eram comuns. Era nessas alturas que o capitão intervinha e controlava-os com medo ou respeito. O capitão não tinha a última palavra, pois em muitos casos o navio pirata era dirigido democraticamente.
Nas viagens de longa duração, o racionamento de comida era o maior desafio para os piratas. Os piratas muniam-se de cerveja engarrafada antes das viagens longas, pois a água rapidamente deixava de ser potável, devido ao seu sabor salgado. De início, os piratas detestavam os biscoitos duros que duravam muito tempo; embora para as longas viagens se munissem de lima, como abastecedor de vitamina c. Se tivessem sorte, os piratas podiam ter algumas galinhas a bordo, que lhes davam ovos e carne. Aparentemente os piratas encontravam abastecimento ilimitado de carne nas tartarugas que crescem nas Caraíbas. Além de serem deliciosas, estas tartarugas eram facilmente apanhadas.
Essa turminha falou sobre a chegada de Thomas Kid ao Brasil, especificamente ao Rio de Janeiro, depois de ter escapado da morte.
Essa turminha falou sobre a vida no mar - os monstros marinhos, doenças, a alimentação, as embarcações e os acessórios importantes para viagem.
"Para o homem europeu, o oceano era um lugar perturbador, onde o reino da água excluía a vida humana. O homem podia percorrer os rios, navegar nos mares interiores, mas quando as águas se estendiam a perder de vista, até distâncias completamente desconhecidas, como o caso do oceano Atlântico, então o mar transformava-se no reino de todos os monstros."
Disponível em : http://www.arqnet.pt/portal/artigos/jss_expansao2.html
João Henrique, Victor George, guilherme Kaercher, Guilherme Vilela, Arthur Ribeiro, Washington e Paulo Rafael.
Essa turminha também apresentou os piratas mais conhecidos no mundo e a pirataria na atualidade.
Da esquerda para direita: Micaela Krolls, Bianca Florentino, Bruna Rafaela, Heloísa Costa, Júlia Camily,, Joyce Ditoso, Sara Gabriela e Victória Furtado.
Essa Turminha Falou sobre "O livro negro de Thomas kid", da autora Sheila Hue e o ilustrador Alexandre Camanho.
Da direita para esquerda: João Gabriel, Lucas Maia, Vinicius Ventura, Caio Guimarães, Gustavo Selva, David Philien, Iago Miranda, Wladson Lima.
Essa turminha falou sobre portos e embarcações.
Da direita para esquerda: Alexsandro Melo e Thacyo Lucas.
Essa turminha falou sobre a chegada de Thomas Kid ao Brasil, especificamente ao Rio de Janeiro, depois de ter escapado da morte.
Bom Trabalho! Parabéns, turminha!
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Nova Ortografia - Emprego do hífen
Oi, Turminha,
Em 1o. de janeiro de 2016 entrou em vigor a obrigatoriedade do uso do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa. O acordo, que visa padronizar a ortografia da língua portuguesa, foi assinado em 1990 entre Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Na época, o Timor-Leste, que hoje faz parte da CPLP, ainda não era uma nação independente. O país só aderiu ao acordo em 2004, após tornar-se independente.
Veja abaixo algumas dicas para o emprego correto do hífen.
Compostas comuns
1. Usa-se hífen nas palavras compostas comuns, sem preposições, quando o primeiro elemento for substantivo, adjetivo, verbo ou numeral.
Amor-perfeito, boa-fé, guarda-noturno, guarda-chuva, criado-mudo, decreto-lei, terça-feira
substantivo adjetivo verbo numeral
Formas adjetivas como afro, luso, anglo, latino não se ligam por hífen:
afrodescendente, eurocêntrico, lusofobia, eurocomunista.
Mas com adjetivos pátrios (de identidade), usa-se o hífen:
afro-americano, latino-americano, indo-europeu, ítalo-brasileira, anglo-saxão.
Se a noção de composição desapareceu com o tempo, deve-se unir o composto sem hífen:
pontapé, madressilva, girassol, paraquedas,paraquedismo (perdida a noção do verbo parar);mandachuva (perdida a noção do verbo mandar).
Demais casos com para e manda usam hífen:
para-brisa, para-choque (sem acento no para); manda-tudo, manda-lua.
Compostos com elementos repetidos também levam hífen:
tico-tico, tique-taque, pingue-pongue, blá-blá-blá.
Compostos com apóstrofo também levam hífen:
cobra-d'água, mãe-d'água, mestre-d'armas.
Nomes geográficos antecedidos de grão, grã ou verbos
2. Usa-se o hífen em nomes geográficos compostos com grã e grão ou verbos de qualquer tipo. Grã-Bretanha, Grão-Pará,Passa-Quatro.
Demais nomes geográficos compostos não usam hífen:
América do Norte, Belo Horizonte, Cabo Verde.
(O nome Guiné-Bissau é uma exceção).
Espécies vegetais/ animais
3. Usa-se o hífen nos compostos que designam espécies vegetais e animais:
bem-te-vi, bem-me-quer, erva-de-cheiro,couve-flor ,erva-doce, feijão-verde, coco-da-baía, joão-de-barro, não-me-toques (planta). Se a palavra for usada em sentido figurado, não leva hífen: Ela está cheia de não me toques (melindres).
Mal
4. Usa-se hífen com mal antes de vogais ou h ou l. mal-afamado,
mal-estar, mal-acabado, mal-humorada, mal-limpo.
Escreva, porém: malcriado, malnascido,malvisto, malquerer,malpassado.
Escreva com hífen no feminino: má-língua, más-línguas.
Além, aquém, recém, bem, sem
5. Usa-se hífen com além, aquém, recém, bem e sem:
além-mar, aquém-oceano,recém-casado,recém-nascido,bem-estar, bem-vindo, sem-vergonha.
Quando o bem se aglutina com o segundo elemento, não se usa hífen:
benfeitor, benfeitoria, benquerer, benquisto.
Locuções
6. Não se usa hífen nas locuções dos vários tipos -substantivas, adjetivas etc.:
à vontade, cão de guarda, café com leite, cor de vinho, fim de semana, fim de século, quem quer que seja, um disse me disse.
Certas grafias consagradas agora são exceções à regra.
água-de-colônia, arco-da-velha, pé-de-meia, mais-que-perfeito, cor-de-rosa, à queima-roupa, ao deus-dará.
Outras expressões/locuções que não usarão hífen:
bumba meu boi, tomara que caia, arco e flecha, tão somente, ponto e vírgula.
Escreva também sem hífen as locuções :
à toa (adjetivo ou advérbio), dia a dia (substantivo e advérbio) e arco e flecha.
Encadeamentos de palavras
7. Os encadeamentos vocabulares levam hífen (e não mais traço).
Encadeamento vocabular é quando se emprega o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando, não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares.
A relação professor-aluno.
O trajeto Tóquio-São Paulo.
A ponte Rio-Niterói.
Um acordo Angola-Brasil.
Áustria-Hungria.
Alsácia-Lorena.
Hífen no fim da linha
8. Quando cai no fim da linha, o hífen deve ser repetido, por clareza, na linha abaixo.
Atravesso a ponte Rio-
-Niterói.
Couve-
-flor.
Disponível em : http://educacao.uol.com.br/portugues/hifen-palavras-compostas.jhtm
BECHARA, Evanildo. O que muda com o Novo Acordo Ortográfico. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2008.
INSTITUTO ANTÔNIO HOUAISS. Escrevendo pela Nova Ortografia. Rio de Janeiro/São Paulo, Houaiss/Publifolha, 2008.
GOMES, Francisco Álvaro. O acordo ortográfico. Porto, Porto Editora, 2008.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Nova Ortografia - Acentuação gráfica
Oi, Turminha,
Em 1o. de janeiro de 2016 entrou em vigor a obrigatoriedade do uso do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa. O acordo, que visa padronizar a ortografia da língua portuguesa, foi assinado em 1990 entre Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Na época, o Timor-Leste, que hoje faz parte da CPLP, ainda não era uma nação independente. O país só aderiu ao acordo em 2004, após tornar-se independente.
Esta tabelinha vai ajudá-lo (a) a empregar corretamente a acentuação gráfica.
Tipo de palavra ou sílaba
|
Quando acentuar
|
Exemplos (como eram)
|
Observações
(como ficaram) |
Proparoxítonas
|
sempre
|
simpática, lúcido, sólido, cômodo
|
Continua tudo igual ao que era antes da nova ortografia.
Observe: Pode-se usar acento agudo ou circunflexo de acordo com a pronúncia da região: acadêmico, fenômeno (Brasil) académico, fenómeno (Portugal). |
Paroxítonas
|
Se terminadas em: R, X, N, L, I, IS, UM, UNS, US, PS, Ã, ÃS, ÃO, ÃOS; ditongo oral, seguido ou não de S
|
fácil, táxi, tênis, hífen, próton, álbum(ns), vírus, caráter, látex, bíceps, ímã, órfãs, bênção, órfãos, cárie, árduos, pólen, éden.
|
Continua tudo igual.
Observe: 1) Terminadas em ENS não levam acento: hifens, polens. 2) Usa-se indiferentemente agudo ou circunflexo se houver variação de pronúncia: sêmen, fêmur (Brasil) ou sêmen, fémur (Portugal). 3) Não ponha acento nos prefixos paroxítonos que terminam em R nem nos que terminam em I: inter-helênico, super-homem, anti-herói, semi-internato. |
Oxítonas
|
Se terminadas
em: A, AS, E, ES, O, OS, EM, ENS |
vatapá,
igarapé, avô, avós, refém, parabéns |
Continua tudo igual.
Observe: 1. terminadas em I,IS, U, US não levam acento: tatu, Morumbi, abacaxi. 2. Usa-se indiferentemente agudo ou circunflexo se houver variação de pronúncia: bebê, purê(Brasil); bebé, puré(Portugal). |
Monossílabos tônicos (são oxítonas também)
|
terminados em A, AS, E,
ES, O,OS |
vá, pás, pé, mês, pó, pôs
|
Continua tudo igual.
Atente para os acentos nos verbos com formas oxítonas: adorá-lo, debatê-lo, etc. |
Í e Ú em
palavras oxítonas e paroxítonas |
Í e Ú levam acento se estiverem sozinhos na sílaba (hiato)
|
saída, saúde, miúdo, aí, Araújo, Esaú, Luís, Itaú, baús, Piauí
|
1. Se o i e u forem seguidos de s, a regra se mantém: balaústre, egoísmo, baús, jacuís.
2. Não se acentuam i e u se depois vier 'nh': rainha, tainha, moinho. 3. Esta regra é nova: nas paroxítonas, o i e u não serão mais acentuados se vierem depois de um ditongo: baiuca, bocaiuva, feiura, maoista, saiinha (saia pequena), cheiinho (cheio). 4. Mas, se, nas oxítonas, mesmo com ditongo, o i e u estiverem no final, haverá acento: tuiuiú, Piauí, teiú. | |
Ditongos abertos em palavras paroxítonas
|
EI, OI,
|
idéia, colméia, bóia
|
Esta regra desapareceu (para palavras paroxítonas). Escreve-se agora: ideia, colmeia, celuloide, boia.
Observe: há casos em que a palavra se enquadrará em outra regra de acentuação. Por exemplo: contêiner, Méier, destróier serão acentuados porque terminam em R. |
Ditongos abertos em palavras oxítonas
|
ÉIS, ÉU(S), ÓI(S)
|
papéis, herói, heróis, troféu, céu, mói (moer)
|
Continua tudo igual (mas, cuidado: somente para palavras oxítonas com uma ou mais sílabas).
|
Verbos terminados em guar, quar e quir
|
aguar
enxaguar, averiguar, apaziguar, delinquir, obliquar usavam acento agudo em algumas pessoas do indicativo, do subjuntivo e do imperativo afirmativo. |
Esta regra sofreu alteração. Observe:.
Quando o verbo admitir duas pronúncias diferentes, usando a ou i tônicos, aí acentuamos estas vogais: eu águo, eles águam e enxáguam a roupa (a tônico); eu delínquo, eles delínquem (í tônico). tu apazíguas as brigas; apazíguem os grevistas. Se a tônica, na pronúncia, cair sobre o u, ele não será acentuado: Eu averiguo (diga averi-gú-o, mas não acentue) o caso; eu aguo a planta (diga a-gú-o, mas não acentue). |
ôo, ee
|
vôo, zôo, enjôo, vêem
|
Esta regra desapareceu.
Agora se escreve: zoo, perdoo veem, magoo, voo. |
Verbos ter e vir
|
na terceira pessoa do plural do presente do indicativo
|
eles têm,
eles vêm |
Continua tudo igual.
Ele vem aqui; eles vêm aqui. Eles têm sede; ela tem sede. |
Derivados de ter e vir (obter, manter, intervir)
|
na terceira pessoa do singular leva acento agudo;
na terceira pessoa do plural do presente levam circunflexo |
ele obtém, detém, mantém;
eles obtêm, detêm, mantêm |
Continua tudo igual.
|
Acento diferencial
|
Esta regra desapareceu, exceto para os verbos:
PODER (diferença entre passado e presente. Ele não pôde ir ontem, mas pode ir hoje. PÔR (diferença com a preposição por): Vamos por um caminho novo, então vamos pôr casacos; TER e VIR e seus compostos (ver acima). Observe: 1) Perdem o acento as palavras compostas com o verbo PARAR: Para-raios, para-choque. 2) FÔRMA (de bolo): O acento será opcional; se possível, deve-se evitá-lo: Eis aqui a forma para pudim, cuja forma de pagamento é parcelada. |
Trema (O trema não é acento gráfico.)
Desapareceu o trema sobre o U em todas as palavras do português: Linguiça, averiguei, delinquente, tranquilo, linguístico. Exceto as de língua estrangeira: Günter, Gisele Bündchen, müleriano |
Disponível em: http://educacao.uol.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)
























